ESTUDANTES DE DIREITO VISITAM DELEGACIA DE POLÍCIA EM ILHÉUS

Estudantes de Direito com o Diretor da Coorpin, Evy Paternostro, a Profª. Cinthya, o Secretário da OAB-Ilhéus, Sânzio Peixoto, e os agentes. Foto/Divulgação

 

Com a finalidade de aprimorar os conhecimentos na área do Direito, estudantes da Faculdade de Ilhéus visitaram a sede da Polícia Civil e da Polícia Técnica, onde conheceram de perto as instalações do órgão e dialogaram com delegados e policiais. Na oportunidade, foram recebidos pelo diretor da 7ª Coordenadoria Regional de Polícia, Evy Silva Nery Paternostro, que falou sobre as oportunidades de emprego para os bacharéis em Direito, oferecidas através de concurso na Polícia Civil. 

A comitiva assistiu à apresentação sobre o trabalho da Polícia Civil, com exposição de armas e drogas e explicação sobre os instrumentos do trabalho da Polícia feita pelos agentes Tony Cruz e Ricardo Almeida. Houve visita também ao Departamento de Polícia Técnica (DPT), onde os alunos foram recebidos pela coordenadora Ana Maria Jones Neves.

A iniciativa faz parte das atividades da disciplina Núcleo de Prática Jurídica II (equivalente a Processo Penal). Os professores Cinthya Santos e Jackson Novaes, e o advogado criminalista Sânzio Peixoto, secretário-geral da OAB- subseção Ilhéus, acompanharam os alunos do oitavo semestre, que foram transportados no veículo da Ordem dos Advogados. O trabalho contou ainda com a colaboração do coordenador do Núcleo de Prática Jurídica da Faculdade, Joilson Vasconcelos, e da coordenadora do curso, Ana Cristina Adry de Argôllo.

Crimes Eletrônicos – O delegado regional de Polícia, Evy Paternostro, falou também sobre o exercício da profissão e fez breve explanação sobre as delegacias que estão sob sua coordenação e os municípios jurisdicionados. Durante sua exposição, uma estudante questionou sobre a atuação nos crimes cibernéticos.  “A Polícia Civil atua na Repressão aos Crimes Eletrônicos de forma integrada com a Polícia Técnica, Polícia Militar e Polícia Federal. Hoje também é possível obter dados informativos para investigações através de programas sigilosos da instituição”, explicou o delegado.

Conforme Evy, os caminhos da investigação, preliminarmente, independem de ordem judicial, “mas em determinados avanços é preciso ordem judicial. Parte-se do mundo virtual para depois chegar ao físico, através do endereço IP, que todos os computadores possuem. No caso do celular, por mais que tenha parte de anonimato, vai estar sempre ligado a uma conta, a alguém”, acrescentou.

Realidade – O advogado Sânzio Peixoto ressaltou a importância dos estudantes em ter conhecimento da realidade da atividade policial, “que é muito diferente do que a gente vê nos livros. O conhecimento prático do manuseio de armas, dos equipamentos da polícia, conhecer a apreensão de drogas, ter uma aplicação da estrutura administrativa da Polícia. Isso aí, poucas faculdades oferecem”, afirmou.

Sânzio confessou: “eu melhorei bastante a minha advocacia quando eu me coloquei no lugar da polícia, quando eu me coloquei no lugar do juiz, eu comecei a ver de outra forma. A gente tem a tendência de olhar o nosso lado, do lugar onde a gente está. Quando a gente olha o outro lado, a gente consegue exercer a atividade de uma forma mais respeitosa e harmônica com os outros atores do processo, seja criminal, seja cível, seja trabalhista.”.

Por sua vez, Cinthya Santos agradeceu aos agentes Ricardo e Tony, e ao coordenador Evy Paternostro, pela atenção aos alunos de Direito da Faculdade de Ilhéus. A professora convidou o coordenador da Coorpin para visitar a Faculdade e fazer uma palestra para todos os estudantes do curso. Na oportunidade, o delegado regional se mostrou interessado em celebrar uma parceria com a Faculdade de Ilhéus para o estágio dos estudantes.

 

 

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